Como vimos na simbologia exposta acima (na justificativa), o computador expressa, através da sua própria história uma complexidade que ultrapassa qualquer delimitação acadêmico-científica. O “texto literário construído com simbolos”, citado por Rubem Alves, desliza pelas teias do mundo virtual, mistura as áreas de Linguagens e Códigos e suas tecnologias, Ciências Humanas e suas tecnologias, Ciências da Natureza, Matemáticas e suas tecnologias.
Precisamos revisitar os meandros da “dramática complexidade que é viver juntos”, temos, mais do que nunca, a necessidade de (re)criar a sociedade e de fazer ciência. Precisamos, como diria Morin, re-ligar os saberes e reformar o pensamento, “tarefa gloriosa de construir uma humanidade que acolha a humanidade do ser no mundo e a multiplicidade de está no mundo com os outros” (MARTINAZZO, 2004).
O próprio título desse projeto esboça a complexidade do computador, da internet e das demais tecnologias da educação. Quando falamos de rede e de rendilho, não estamos falando apenas da rede mundial de computadores, estamos trazendo a tona a necessidade de interligar os fios do conhecimento, de tecer o mundo a partir da relação com o outro, de aprender a aprender, na sala, na cozinha, na latada, no terreiro, na rua, na praça, na roça, com a enxada na mão ou na mesa de um computador, as tramas que compõem a nossa existência.
Em meio ao individualismo e as segregações, reais e abstratas, de pessoas e teorias, precisamos, mais do que nunca, reafirmar a necessidade de aprender a aprender ligando os pontos, reinventando às amarras, refazendo as conexões, estabelecendo os nós, percebendo, como fazem as bordadeiras, as rendeiras, as costureiras, as artesãs das redes e dos rendilhos, que os vazios (erros e ilusões) fazem parte da nossa arte (ciência).
O máximo que podemos fazer é virar ou revirar os tecidos (do conhecimento) pelo avesso para perceber que não foram feitos por acaso, que guardam, em seu interior, restos de linhas, veredas de agulhas, pegadas de imaginação, sobras, detalhes (in)significantes de uma costura que insistimos em não ver. Saindo do artesanal e entrando no digital, percebemos que a metáfora permanece, a teia, a rede, a interligação do conhecimento.
Precisamos revisitar os meandros da “dramática complexidade que é viver juntos”, temos, mais do que nunca, a necessidade de (re)criar a sociedade e de fazer ciência. Precisamos, como diria Morin, re-ligar os saberes e reformar o pensamento, “tarefa gloriosa de construir uma humanidade que acolha a humanidade do ser no mundo e a multiplicidade de está no mundo com os outros” (MARTINAZZO, 2004).
O próprio título desse projeto esboça a complexidade do computador, da internet e das demais tecnologias da educação. Quando falamos de rede e de rendilho, não estamos falando apenas da rede mundial de computadores, estamos trazendo a tona a necessidade de interligar os fios do conhecimento, de tecer o mundo a partir da relação com o outro, de aprender a aprender, na sala, na cozinha, na latada, no terreiro, na rua, na praça, na roça, com a enxada na mão ou na mesa de um computador, as tramas que compõem a nossa existência.
Em meio ao individualismo e as segregações, reais e abstratas, de pessoas e teorias, precisamos, mais do que nunca, reafirmar a necessidade de aprender a aprender ligando os pontos, reinventando às amarras, refazendo as conexões, estabelecendo os nós, percebendo, como fazem as bordadeiras, as rendeiras, as costureiras, as artesãs das redes e dos rendilhos, que os vazios (erros e ilusões) fazem parte da nossa arte (ciência).
O máximo que podemos fazer é virar ou revirar os tecidos (do conhecimento) pelo avesso para perceber que não foram feitos por acaso, que guardam, em seu interior, restos de linhas, veredas de agulhas, pegadas de imaginação, sobras, detalhes (in)significantes de uma costura que insistimos em não ver. Saindo do artesanal e entrando no digital, percebemos que a metáfora permanece, a teia, a rede, a interligação do conhecimento.
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